terça-feira, 27 de agosto de 2013

Benefícios do Ovo

às 09:37


Depois de décadas, o ovo acaba de sair da lista dos maiores inimigos da boa dieta. Coma cozido na salada, use no preparo de bolos e coloque em prática suas habilidades de mestre-cuca para fazer uma omelete de dar água na boca. Vale a pena!

Revendo conceitos, sim, o ovo é realmente rico em colesterol. No entanto, os níveis de colesterol plasmático aumentam principalmente pelo consumo de gorduras saturadas, como a presente na manteiga, na carne vermelha e nos queijos amarelos, e não pelo consumo de colesterol propriamente dito, como o que existe nos ovos. Isso significa que não, ele não é inimigo do coração! Aliás, esse mito vem sendo revisto desde 1999, quando um estudo da Universidade Harvard, nos EUA, anunciou não haver descoberto evidências que associassem o consumo de ovos ao risco de doenças cardiovasculares ou derrames. Depois, ficou provado também que a lecitina presente no ovo ajuda a reduzir a absorção intestinal do colesterol.

Um estudo recente, feito pela Universidade de Alberta, no Canadá, sugere que o alimento possa ajudar a prevenir essas doenças e o câncer. Isso porque a gema (que sempre foi condenada) contém triptofano e tirosina, dois aminoácidos com propriedades antioxidantes. Seu poder seria equivalente ao da maçã.

Você sabe que o selênio, o zinco e as vitaminas A e E são antioxidantes que ajudam a prevenir o envelhecimento precoce. O ovo tem esses nutrientes de sobra. Além de vitaminas do complexo B, como o ácido fólico, básico para grávidas ou mulheres que querem engravidar, e de ferro, que atua no combate à anemia, e de colina. Essa substância influencia o desenvolvimento da memória durante a fase embrionária.

Um estudo de 2008 apontou que ela pode diminuir o risco de câncer de mama em 24%. Olha, tem mais! Na gema estão presentes carotenoides antioxidantes como luteína e zeaxantina, que atuam na proteção da região macular da retina.

Os especialistas garantem que o ovo só deve ser excluído da dieta em um caso:
Alergia a albumina, a principal proteína da clara. E um estudo publicado na revista Diabetes Care sugeriu que ele pode aumentar o risco de diabetes do tipo 2, mas os especialistas garantem que o estudo é preliminar.


fonte: Revista Abril
fotos: reprodução

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